Mostrando postagens com marcador Carnaval. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Carnaval. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Unidos da Tijuca vence o Carnaval do Rio


Em uma disputa acirrada com a Beija-Flor, a Unidos da Tijuca ganhou o título de campeã do grupo especial do Carnaval do Rio de Janeiro em 2010. Com interpretação do carnavalesco Paulo Barros, a escola de samba levou para a Marquês de Sapucaí o enredo Não é Mais Segredo: a Tijuca tem Samba-Enredo, empolgando o público com truques de ilusionismo. O desempate entre as escolas ocorreu faltando apenas três quesitos para terminar a apuração, com a Beija-Flor caindo para o terceiro lugar no penúltimo quesito, sendo ultrapassada pela Grande Rio, vice-campeã do Carnaval.

Unidos da Tijuca e Beija-Flor também já haviam disputado o título de campeã do Carnaval do Rio nota a nota em outras duas ocasiões, com a Beija-Flor levando a melhor em ambos os confrontos.

Este é o segundo título conquistado pela Unidos da Tijuca no Carnaval carioca; o primeiro foi conquistado no ano de 1936, com o enredo Sonhos Delirantes, quando as apresentações ainda eram realizadas na praça Onze. A Viradouro foi rebaixada para o Grupo de Acesso.

O presidente da Unidos da Tijuca, Fernando Horta, afirmou após acompanhar a apuração, em pé e fumando um charuto, que o título não aconteceu por acaso. Segundo ele, foi um trabalho de muitos anos. "O gostinho é melhor ainda porque saiu depois de 74 anos". A escola foi vice em 2004 e 2005. O presidente disse ainda que estava preparada para vencer quando a escola fechou a apresentação na Sapucaí.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Séries médicas distorcem procedimentos de primeiros socorros


A conclusão, que levanta uma preocupação sobre o tipo de mensagem que esses programas passam para o telespectador, foi resultado de horas e horas gastas pelos pesquisadores da Universidade Dalhousie, em Halifax, assistindo a centenas de episódios.

Em 59 ocasiões, os personagens tiveram de lidar com convulsões de epilepsia – e em apenas 17 delas, ou menos de 30%, a reação foi correta.

"Não examinamos exatamente como a televisão exerce seu impacto sobre o público. Mas nosso medo é que as pessoas assistam a esses programas, vejam os enfermeiros e médicos respondendo a convulsões dessa forma e reajam de modo semelhante se algum dia estiverem diante da mesma situação", disse um dos coordenadores do estudo, Andrew Molar.

"Se eles responderem da maneira como eles sempre veem na televisão, pode ser um evento dramático."

As diretrizes médicas mais atualizadas recomendam que, diante de uma crise convulsiva de outra pessoa, o socorrista procure primordialmente evitar contusões e pancadas: por exemplo, afastando os objetos de perto do paciente e colocando um travesseiro sob a sua cabeça.

Outra recomendação é virá-lo de lado para que a secreção da boca não entre nas vias respiratórias e cause engasgamento.

"E uma das coisas mais importantes", diz Andrew Molar, "é ficar ao lado da pessoa até ela retornar ao nível de consciência original."

Rosas de Ouro é a campeã do Carnaval de São Paulo


O desfile da Rosas de Ouro com o enredo "O Cacau Chegou" foi consagrado o melhor de 2010. Após uma disputa acirrada, a escola da Freguesia do Ó, na zona norte da cidade, foi a campeã do Carnaval paulistano, com 270 pontos, a pontuação máxima. Em segundo lugar ficou a Mocidade Alegre e a Vai-Vai, em terceiro. Este ano as escolas rebaixadas para o Grupo de Acesso foram Imperador do Ipiranga e Leandro de Itaquera.

A Mocidade Alegre esteve à frente do placar durante toda a apuração, no entanto perdeu 0,25 ponto no último quesito, comissão de frente, e acabou perdendo o título. Houve tumulto durante a apuração envolvendo torcedores da Gaviões da Fiel.

A apuração dos desfiles das escolas de samba do Grupo Especial paulistano teve início nesta terça-feira (16), pouco após 16h, no sambódromo do Anhembi, na zona norte da cidade. Foram avaliados os quesitos bateria, comissão de frente, alegorias e adereços, enredo, fantasia, evolução, mestre-sala e porta-bandeira, samba-enredo e harmonia, com um total de cinco jurados por categoria. A maior e a menor nota foram descartadas.

Filhos de alcoólatras apresentam ressacas mais graves do que filhos de não dependentes


O CISA - Centro de Informações sobre Saúde e Álcool, organização não governamental que se destaca como uma das principais fontes no País sobre o tema, alerta para a elevada prevalência da ressaca. Estudos sobre o tema apontam que 75% das pessoas que consumiram doses intoxicantes de álcool tiveram ressaca pelo menos uma vez na vida.

Em relação aos jovens, 90% dos estudantes bebedores pesados episódicos* haviam sofrido ressaca, enquanto 50% dos bebedores frequentes** apresentaram ressaca no último ano.

A ressaca está associada à intoxicação aguda de álcool e inicia-se cerca de seis a oito horas após o consumo, podendo durar até 24 horas. Embora haja uma variação muito grande dos sintomas, os mais comuns são: dor de cabeça, náuseas, problemas de concentração, boca seca, tontura, desconforto gastrintestinal, cansaço, tremores, falta de apetite, sudorese, sonolência, ansiedade e irritabilidade.

A quantidade de álcool ingerida e outros fatores, como o intervalo de tempo do consumo ou o tipo de bebida, estão relacionados ao aparecimento da ressaca. Além disso, estudos apontam que fatores psicológicos e vulnerabilidade à dependência de álcool, como predisposição genética, também parecem estar envolvidos na manifestação do problema. Assim, filhos de pais dependentes de álcool, mais vulneráveis à dependência, apresentam ressacas mais graves do que filhos de não dependentes, em condições comparáveis de frequência e quantidade de álcool consumido, conforme apontou pesquisa sobre o tema.

A ressaca também tem sido associada a um alto custo econômico. Apesar de ser difícil separar os efeitos da ressaca dos efeitos do álcool em geral, o absenteísmo, baixa produtividade ou baixo desempenho, maior número de acidentes de trabalho e conflitos interpessoais estão associados às consequências negativas do consumo de álcool e da ressaca no trabalho e em ambientes acadêmicos.

Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos, com 2.805 trabalhadores, mostrou que o álcool afeta diretamente cerca de 15% dos trabalhadores, sendo que 9,23% trabalharam com ressaca, 1,68% trabalharam sob os efeitos do álcool, 1,83% beberam antes de trabalhar e 7,06% beberam durante o horário de trabalho. Com base nesses indicadores, os custos gerados em decorrência da ressaca seriam maiores quando comparados com as despesas referentes aos efeitos do álcool em geral.

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Criança é encontrada morta com fantasia de Carnaval no Rio


O corpo de uma menina de cerca de 9 anos foi encontrado neste domingo no Aterro do Flamengo, no Rio de Janeiro. De acordo com dados da Polícia Militar, a menina vestia uma fantasia e o corpo tinha indícios de violência sexual.

A polícia encontrou a garota nas proximidades do MAM (Museu de Arte Moderna). A ocorrência foi registrada no 9º DP (Catete) e o corpo encaminhado ao IML (Instituto Médico Legal). Nenhum suspeito foi preso.

Além disso, a PM registrou também a morte de um homem após uma queda de cerca de 30 metros. De acordo com informações preliminares, ele caiu de um prédio na avenida Epitácio Pessoa, na Lagoa. A polícia não soube informar se ele era morador do prédio e quais foram as circunstâncias da queda.

Mais uma vez, o carnaval de tantas alegrias se torna um desastre para algumas pessoas.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Ivete deixa calcinha aparecer e ironiza Beyoncé


Ivete Sangalo inflamou a multidão no circuito Barra-Ondina na noite desta sexta-feira (12). "Beyoncé que me perdoe, mas a musa aqui sou eu", disse a cantora baiana, para o delírio do público na avenida Oceânica.

A cantora disse ainda que a americana se aproximou dela dizendo "you're amazing" (você é maravilhosa). A o que Ivete disse ter respondido "você ainda não viu nada minha filha".

Pouco antes, ainda mais próximo do farol, a cantora já tinha brincado com Beyoncé. "Vou imitar a dança de Beyoncé para conquistar o mundo. Ela não sabe o que perdeu (ao não vir para o Carnaval)", afirmou em cima do trio em referência ao convite que fez a cantora americana quando se apresentaram em Salvador na última quarta-feira (11).

Com um vestido branco curto e fantasia de pássaro, a cantora Ivete Sangalo, um dos ícones do Carnaval baiano, entrou a bordo do trio elétrico Praficar/Salvador no circuito Barra-Ondina por volta das 20h (horário de Salvador). A cantora interagiu muito com o público e perguntou se ainda está "podendo" e se continua "gostosa". A resposta do público, claro, foi um sim em coro.

O traje de Ivete, segundo descrição da própria, é de uma "cracatoa do axé" e contava com uma espécie de crista na cabeça e uma plumagem na parte traseira.

Antes da apresentação, Ivete se reuniu com os músicos da banda para uma oração em cima do trio. Ainda sem música, ela ainda saudou o público. "Boa noite meus safadinhos", disse.

Ela iniciou a apresentação com Na base do beijo e tirou a galera do chão. Para não deixar a empolgação cair, a cantora emendou Arerê e foi ovacionada pelos foliões.

Em seguida a cantora interpretou a música Lobo Mau, uma das febres do Carnaval 2010 em Salvador. Com a leve garoa que cai sobre a capital baiana, Ivete chegou a usar uma toalha para proteger seu penteado.

Considerada um fenômeno da música e da mídia, Ivete Sangalo vem de uma família de músicos e deixou sua cidade natal, Juazeiro, interior da Bahia, aos 17 anos. Ela estreou profissionalmente em um barzinho em Ondina, bairro de Salvador por onde passam hoje os principais trios durante o Carnaval.

Hoje, após 15 discos gravados, incluindo coletâneas, Ivete é uma das artistas que mais vendem no Brasil. Em sua carreira, ela já ganhou do Grammy Latino de 'Melhor Álbum Brasileiro de Raízes/Música Regional', e recordista do Prêmio Multishow, contabilizando 9 troféus.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Por que a combinação energético + álcool é perigosa?


Energéticos são bebidas à base de cafeína e outras substâncias estimulantes, como a taurina e a glucoronolactona, que potencializam a resposta do cérebro aos estímulos, deixando o corpo mais ativo ou acelerado.

Sua fórmula faz com que a pessoa se sinta revigorada durante algumas horas o que causa uma disposição aparente. Mas a ação dos energéticos também tem efeito rebote para o organismo.

"É um meio falso de restabelecer o pique. Passado o efeito, você fica ainda mais cansado e sente os efeitos do estresse muscular", explica o fisiologista Paulo Zogaib.

Quando consumidas em excesso, as substâncias estimulantes causam ansiedade, agitação, cefaleia e, em alguns casos, apresentam grau de toxidade questionável, como a taurina e a glucoronolactona. "São substâncias que alteram o funcionamento de nosso organismo de forma brusca, por isso devem ser ingeridas com moderação e certa cautela", diz Zogaib.

Quando são consumidos em combinação com álcool, os energéticos provocam aumento da adrenalina, palpitações, suor e dependendo da quantidade ingerida, podem levar à desidratação já que os dois são diuréticos. Segundo Paulo Zogaib, a combinação do energético com o álcool é perigosa, porque leva a excessos de ingestão de ambas as substâncias.

"O álcool é um depressor do sistema nervoso central (ele retarda as respostas do cérebro aos estímulos), enquanto o energético é um estimulante, por isso, quando ingerimos álcool é preciso aumentar a dose de energéticos para se alcançar o efeito de euforia. A pessoa que bebe a mistura fica mais acelerada pela ação do estimulante e mais corajosa pela ação do álcool, o que pode ser perigoso", afirma o fisiologista Paulo Zogaib.

Portanto, neste carnaval, cuidem-se!

O inesquecível beijo de carnaval pode virar doença


Como já se sabe, a camisinha é o acessório obrigatório para quem quer aproveitar a festa de forma saudável. Mas alguns profissionais da área de saúde alertam que também é preciso ter cuidado com aqueles beijinhos roubados no meio da folia ou os mais ousados em um lugar discreto.

Muitas pessoas recordam-se, com agrado, de um beijo de carnaval. Mas outras não tiveram a mesma sorte, pois a saúde ficou abalada por causa de um “simples” beijo.

Este foi o caso de Fernanda*, 23 anos, que colocou sua saúde em risco no carnaval do ano passado. “Eu fui para Diamantina, em Minas

Gerais, com o objetivo de beijar e sair fora. Meu recorde foi ficar com 12 meninos em uma mesma noite. Foi maravilhoso, até que passou o carnaval e veio a conseqüência”, conta

O que parecia perfeito acabou virando desespero. “Depois de uma semana, eu estava sentindo falta de fome e muita sonolência. Além de muita febre. Foi quando eu fui ao médico e descobri que estava com mononucleose. Fiquei três semanas de cama me recuperando. Prometi que nunca mais ficaria com vários na mesma noite”, diz.

Segundo o médico Rafael Sani Simões, um beijo pode ser responsável pela transmissão de males como a gengivite (infecção bacteriana) e mononucleose, uma doença que tem como conseqüências fadiga, dor de garganta, tosse, inchaço dos gânglios, perda de apetite, inflamação do fígado e hipertrofia do baço. “A doença é transmitida pelo vírus Epstein-Barr (VEB) e, depois de um período de incubação de 30 a 45 dias, a pessoa pode permanecer com vírus para sempre no organismo”, explica.

Ricardo José Pereira, 21 anos, ficou três semanas sem sair de casa por ter beijado 29 meninas em três dias. “Eu estava na época que o mais importante era quantidade e não qualidade. Apostei com os meus amigos quem ficava com mais meninas. Mas em nenhum momento pensamos na higiene. Conclusão: tive dor de cabeça, tosse, perda de apetite e muito sono”, afirma.

Logo que voltou de viagem, Ricardo passou por exames. “Para mim, só existia herpes. Eu nem tinha conhecimento desta doença. Depois que eu fiz os exames, é que descobri o perigo que eu estava correndo, beijando sem pensar”, garante.

Fazer o diagnóstico preciso da mononucleose é muito importante porque ela pode ser confundida com doenças causadas por outros vírus e com sintomas semelhantes. “Para confirmar o diagnóstico clínico, existe o Monoteste, um exame de sangue que só apresenta resultados confiáveis - a presença de linfócitos atípicos -, quando o paciente tem mais de quatro anos de idade e está na segunda semana da doença, quando passa a acusar”, esclarece o médico.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Imprensa internacional repercute polêmica com rainha de 7 anos


A imprensa internacional repercutiu a polêmica em torno da decisão da Unidos do Viradouro, do Grupo Especial carioca, em coroar a menina Júlia Lira, de sete anos, como rainha de bateria da agremiação. O site da BBC noticiou neste sábado (6) que grupos em prol do direito das crianças acreditam que o posto seja inadequado para uma menina assumir, uma vez que a rainha de bateria tem uma imagem "sexy" demais.

O diretor do Conselho de Defesa da Criança e do Adolescente, Carlos Nicodemos, disse à agência de notícias Associated Press que não pode permitir que coloquem uma criança de sete anos de idade em uma papel que tradicionalmente tem um foco muito sexual.

Já os organizadores da Viradouro disseram que o figurino de Júlia será adequado para uma criança e que ela está preparada para lidar com a dança durante 80 minutos sob o calor forte.

Por enquanto, a Viradouro ainda aguarda a autorização do Juizado de Menores do Rio para que Júlia Lira - filha do presidente da agremiação, Marco Lira - possa assumir o cargo que já foi de Juliana Paes e Luma de Oliveira na Sapucaí.